Não importa cor, raça, gênero, religião, ideologia, religião… somos todos irmãos!

- dezembro 08, 2018


Somos todos irmãos de sofrimentos, de desafios, de realizações, de experiências. Somos a tripulação de uma nave chamada Terra.
Não importa cor, raça, gênero, religião, ideologia, personalidade, etc., somos todos irmãos, “gerados” por um criador, vindos de uma só essência, que se desenvolve dentro de cada um de nós diante as infinitas possibilidades de enxergar a vida através da consciência individual, com a qual formamos a consciência coletiva.


Somos todos irmãos de sofrimentos, de desafios, de realizações, de experiências. Somos a tripulação de uma nave chamada Terra, que viaja pelo espaço desconhecido a uma velocidade que poucos param para refletir.

Somos todos irmãos, e muitas vezes não conseguimos enxergar isso diante a separação das nações e as distinções existentes na diversidade das singularidade de cada criatura.

Se sentimos as mesmas emoções, que podem ser compartilhadas hoje em dia por todo o planeta através da linguagem das expressões corporais (como os emojis), da linguagem das expressões musicais, etc., por que ainda focamos muito na superficialidade das aparências?
Por que ainda há tantas distinções como se uns fossem melhores do que os outros, mesmo sabendo que todos nós somos feitos de carne e osso e que o destino da matéria é o mesmo para todos, sem exceção?

Se muitas vezes não conseguirmos enxergar que somos todos irmãos dentro dessa pequena nave chamada Terra, devido às diversidades, como enxergaremos como irmãos aqueles que poderão um dia vir de fora? Como chamaremos de irmãos aqueles que não conseguiremos rotular por gêneros, nem raça, devido ao extremo e cego conservadorismo de considerar seguro somente o pouco que julgamos conhecer?


Será que a mente humana está preparada para conviver com nossos irmãos de “fora”, mesmo sem ainda conseguir conviver e respeitar os irmãos de “dentro”?
Qua a gente consiga, cada vez mais, observar o outro com empatia. Com os olhos que a vista não alcança, mas que o coração sente.

Esquecer os padrões que chamamos de normais, pois somos todos seres humanos fisiologicamente iguais. E lembrarmos que somos todos especiais por sermos únicos diante a criação infinita!

 Por Priscila Mattos
Fonte:O Segredo


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