Garoto de 15 anos inventa teste de câncer com 100% de precisão ao custo de menos de 1 real.

- janeiro 17, 2019



“O gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração.”

A frase é de Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica.

Ele tinha razão.

É por isso que, com grande alegria, publicamos esta matéria.

Afinal de contas, não é sempre que o mundo descobre um gênio de 15 anos.

Isso mesmo!

Jack Andraka tem 15 anos e, assim como o inventor estadunidense, que experimentou mais de 6.000 tipos de filamentos para prolongar a vida útil de uma lâmpada, o jovem persistiu na invenção de um teste para detectar câncer.

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A ideia surgiu quando o rapaz perdeu um amigo, que era quase da família, para o câncer de pâncreas.

A dor fez Jack, de Crownsville, buscar uma forma de evitar que outras pessoas descubram o tumor tarde demais.

Isso é o que as grandes pessoas fazem: tornam-se proativas!

No país de Jack, Estados Unidos, o câncer de pâncreas é a quarta principal causa de morte por câncer, levando 34.000 vidas por ano.

Infelizmente, 85% das vítimas dessa doenças só conseguem detectar o problema tardiamente, e as chances de cura são muito baixas, algo em torno de 2%.

Então é basicamente isto: a pessoa descobre o câncer pancreático hoje, mas ele já está tão desenvolvido que o paciente só tem três meses de vida.

Talvez você pense que os sintomas possam ajudar a detectar, mas isso também não é possível.

Os sinais do corpo para esse tipo de problema são muito genéricos, como dor na barriga.

E, como o próprio Jack diz: “Quem não sente dor na barriga de vez em quando?”.

Os testes atualmente custam muito caro, um dos motivos que levam a invenção de Jack ser mesmo inovadora.

O teste do jovem gênio é:

- 168 vezes mais rápido que os mais usados

- 26.000 vezes mais barato

- 400 vezes mais sensível que o padrão atual de detecção

Se você está se perguntando “como ele fez isso?”, saiba que as principais informações que Jack precisou usar sempre estiveram acessíveis a todo mundo, graças à internet.

Ou seja, qualquer um poderia ter feito isso antes.

Mas, essas coisas deixamos para os gênios, não é mesmo?

Jack explica que os testes antigos giram em torno da busca por uma determinada proteína no sangue.

O problema é que há uma verdadeira abundância de proteínas na nossa corrente sanguínea.

Então, seria como encontrar uma agulha no palheiro.

Ou pior: seria como encontrar uma agulha específica dentro de uma caixa de agulhas muito parecidas – algo que beira ao impossível.
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