Cientistas criam rim biônico que promete nos fazer dar adeus as esperas infinitas e a hemodiálise

- julho 11, 2019

Avanço na medicina 

Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, desenvolveu uma tecnologia para projetar um rim "artificial" que pode ser implantado no corpo humano para salvar a vida de uma pessoa com problemas renais.
Este rim não é totalmente artificial, é um híbrido porque contém células renais vivas em união ou conectadas com microchips especializados que são alimentados pelo coração para filtrar os resíduos que se acumulam na corrente sanguínea.
Isso poderia ser um avanço na medicina, uma vez que as listas de pessoas que esperam por doadores de rim continuam a crescer com o tempo, enquanto a diálise é praticada para suportar a espera que pode ser em média de 3 anos.
Para diminuir esse índice de espera, os desenvolvedores desta tecnologia, William Fissell da Vanderbilt e Shuvo Roy, começaram o lançamento deste produto chamando-o de "The Kidney Project".
O dispositivo é naturalmente alimentado com o fluxo sanguíneo do paciente e o equipamento está trabalhando para garantir que o sangue possa fluir através do dispositivo sem coagular ou causar danos, relata Fissel, um dos inventores.
Com esse projeto, buscam fornecer uma solução permanente para o problema da escassez de doadores, a fim de dar mais opções aos pacientes com problemas renais crônicos, além de fazer diálise.
O protótipo deste implante é do tamanho de uma xícara de café e usa uma combinação de nanotecnologia de silício e células renais vivas para filtrar o sangue. Eles também têm 15 microchips que servem de base para essas células crescerem em torno disso e é por isso que é considerado um dispositivo bio-híbrido.
Este implante está pronto para realizar testes. Portanto, é muito provável que, em pouco tempo, muitas pessoas com problemas renais a considerem uma solução viável para melhorar sua saúde.
Todos os dias a tecnologia aumenta mais e é usada para tratar problemas de saúde, o que nos leva a um avanço na medicina que pode salvar muitas vidas.

Fonte: ignisnatura
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