Uma escola que ensina as crianças sobre desenvolvimento sustentável.

- julho 02, 2019

Uma escola 100% verde que ensina as crianças sobre desenvolvimento sustentável.

No Uruguai, o desperdício está se acumulando e faltam materiais, no entanto, uma associação chamada TAGMA decidiu construir uma escola 100% sustentável. O edifício é construído principalmente com resíduos e é auto-suficiente em energia, vai ensinar os jovens a consumir melhor e a reciclar. 

Desde o início do ano, a aldeia de Jaureguiberry trabalha lá. Nesta pequena aldeia uruguaia de 400 almas, existem agora mais de 200 voluntários de todo o mundo que estão construindo esta nova instalação pública: a "Escuela Sustentável".

Um edifício indispensável 

Essa escola de um novo tipo responde a dois problemas que afetam o País. É no Uruguai que existe a maior taxa de alfabetização da América Latina, esse país tem um sistema educacional que está dando frutos. Infelizmente, a falta de equipamentos, especialmente no campo, é um grande obstáculo à expansão geral da educação. Por outro lado, o país produz muito lixo, mas não sabe como se livrar dele ou reciclá-lo.

A Escuela Sustentável foi concebida para responder a ambos os problemas: a escola, construída com mais de 60% de resíduos, permite que as crianças das aldeias vizinhas tenham acesso à mesma educação que nas grandes cidades. Latas, garrafas plásticas, caixas, pneus velhos: esses detritos da vida cotidiana serviram de base para as fundações desse edifício. E todos podem encontrar algo para eles: desperdício que leva uma segunda vida e cem crianças que se reúnem para aprender com alegria.

Uma escola 100% verde que ensina as crianças sobre desenvolvimento sustentável



Auto-suficiência energética e educação sustentável

Mas a escola não apenas esvazia as ruas de seus resíduos. Ele também é projetado para ser completamente auto-suficiente em energia: o telhado, coberto com painéis solares, permite gerar a eletricidade e o aquecimento que eles precisam. Ecológico, a escola também aposta na recuperação, no tratamento e no armazenamento. água da chuva: o suficiente para alimentar os banheiros, cozinha e horta.

Porque o prédio também tem pequenas plantações orgânicas, usadas para abastecer a cantina com produtos frescos. O objetivo é também ensinar jardinagem responsável às crianças para que elas possam reproduzi-las em casa. Porque dentro desta escola, o foco é particularmente no ensino da natureza, seus fenômenos e sua proteção. Assim, os alunos são conscientizados sobre os princípios do desenvolvimento sustentável, reciclagem e reutilização de materiais: conhecimento que lhes permitirá inovar em seu cotidiano e valorizar recursos de baixo custo, como na Índia, onde a prática da inovação é muito importante. generalizada.

Um projeto de Michael Reynolds, campeão da eco-construção 

Por trás desse grande projeto de 270 m 2 está Michael Reynolds, líder em arquitetura ecológica. O arquiteto americano tornou-se conhecido nos anos 60 por sua pesquisa e experimentação por uma arquitetura alternativa e inovadora, apostando em materiais reciclados ligados por argamassa. Da pesquisa ao concreto, há apenas um passo, que é cruzado por Michael Reynolds em 1972: uma comunidade experimental, composta de mais de 70 casas ecológicas, nasce em Taos, Novo México.

Desde então, seu conceito de "Earthship" vem se espalhando pelo mundo. A Escuela Sustentable é um exemplo impressionante. Os voluntários foram treinados localmente pela Earthship Biotecture, a empresa do ecologista americano. Com a ONG TAGMA, também levando o projeto, o arquiteto não pára por aí. Dado o sucesso desta iniciativa, o propósito desta ideia é replicá-la noutros locais, noutras aldeias e porque não em países sem escolas públicas. Resta encontrar financiamento e voluntários motivados!

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