Cientistas australianos afirmar terem encontrado a cura para o Coronavírus.

- 9:43 AM




Pesquisadores australianos afirmam ter encontrado uma “cura” para o novo coronavírus com dois medicamentos já conhecidos e aprovados.

Segundo os pesquisadores, um dos medicamentos é usado contra o HIV, que foi substituído por medicamentos mais recente da “nova geração” do vírus. Já o outro medicamento usado seria o que é consumido para o combate contra a malária. Chamado cloroquina, o remédio é raramente usado hoje em dia, já que até a própria malária se desenvolveu e passou a ser mais resistente ao longo dos anos.

“Já houve pacientes tratados com eles na Austrália e houve resultados bem-sucedidos”, disse o professor David Paterson, diretor do Centro de Pesquisa Clínica da Universidade de Queensland ao portal News.com.au.

Os medicamentos seriam tomados via oral, assim como comprimidos comuns.



Paterson ainda acrescenta que a pesquisa foi iniciada em pacientes chineses, que receberam o medicamento pela primeira vez na Austrália, mostrando informações aos médicos via internet sobre o tratamento e o seus resultados.

“Nossos médicos ficaram muito, muito surpresos com o fato de um medicamento para o HIV realmente funcionar contra o novo coronavírus e houve um pouco de ceticismo”, disse..

“Na primeira onda de pacientes chineses que tivemos (na Austrália), todos se saíram muito, muito bem quando foram tratados com o remédio contra o HIV.”

Paterson também disse que um dos medicamentos, dado a algumas das primeiras pessoas com resultado positivo para COVID-19 no país, já havia testado positivo para “desaparecimento do vírus” e na sua respectiva recuperação completa da infecção.

“É um tratamento potencialmente eficaz”, continuou.

“Os pacientes acabaram sem coronavírus em seu sistema após o término da terapia”.



Os pesquisadores garantem que os remédios são eficazes e que não há efeitos colaterais.

“Dessa forma, se pudermos testá-lo nesta primeira onda de pacientes, esperamos plenamente que haja infecções em andamento nos próximos meses e meses e, portanto, teremos as melhores informações possíveis para tratar pacientes subsequentes”, finalizou.

Assista a entrevista do pesquisador abaixo (em inglês):






Com informações do News.com.Au, Via:A Soma de Todos os Afetos
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